Você abre a câmera, olha para a própria imagem na tela e trava. O coração acelera, vem aquela voz: "e se falarem mal?", "e se eu gaguejar?", "quem sou eu para ensinar isso?". Aí você fecha a câmera e adia para amanhã. De novo.
Se é assim com você, respira. Isso não é frescura, é humano. O medo de se expor é um dos mais antigos que existem. Na época das cavernas, ser julgado pelo grupo era questão de vida ou morte. O seu cérebro ainda acha que é.
O julgamento que te trava é quase sempre uma mentira
A gente imagina que todo mundo vai parar para reparar em cada detalhe. A verdade é que as pessoas estão ocupadas demais com os próprios medos para julgar os seus. E aquelas que julgam? Não são o seu público de qualquer forma.
Quem realmente precisa do que você sabe não está esperando perfeição. Está esperando alguém que fale a língua dela, com verdade. E verdade, quase sempre, vence produção.
Comece sem a câmera na cara
Ninguém precisa aparecer de corpo inteiro no primeiro dia. Dá para começar bem mais leve:
- Story escrito ou com foto, só compartilhando uma ideia que você domina.
- Áudio, trabalhando a sua voz antes de trabalhar a sua imagem.
- Vídeo de tela, mostrando algo enquanto você narra, sem aparecer.
Cada passo desses tira um pouco do medo. Quando a câmera chegar, ela vai ser só mais um degrau, não um abismo.
O primeiro vídeo é o mais feio, e tudo bem
O seu primeiro vídeo vai ser o pior de todos. E isso é ótimo, porque significa que todos os próximos vão ser melhores. Ninguém começa bom. A gente começa e fica bom no caminho.
Vença o Medo de Aparecer
O e-book que te pega pela mão, do medo ao seu primeiro vídeo gravado, sem vergonha e sem pressão.
